Ciranda de nós

Eu somos nós. De gritos, de dores, prazeres, amores e vozes que vazam em nós. Não existe indivíduo. Tudo é coletivo.

Terça-feira, Setembro 11, 2007

saudade
minha cidade está menor
a sua casa está vazia
a carta que queria te escrever
vai morrer sem ver o dia

mas as árvores de antes ainda estão lá
sobre as sombras sem rosto
sobre as vozes que ainda zoam
sobre as coisas que você me ensinou

as árvores ainda estão lá
sobre nós. sobre os idos.
da minha carta as linhas
vão viver sem ter sentido
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